Cultura e protagonismo juvenil pautam oficina de cinema na Funase

Cultura e protagonismo juvenil pautam oficina de cinema na Funase

Promovendo inclusão cultural e fortalecendo práticas socioeducativas por meio do audiovisual, a Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), em parceria com a Universidade de Pernambuco (UPE), está realizando a “Oficina de cinema na Funase: inclusão cultural, criatividade e protagonismo juvenil na terapia ocupacional”, voltada a adolescentes da Casa de Semiliberdade (Casem) Iputinga, no Recife. Como parte da programação da oficina, 11 jovens da unidade participaram de uma visita ao Cinema da Fundação e à Cinemateca da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), onde assistiram a curtas-metragens e participaram de dinâmicas e reflexões sobre as produções exibidas.

A oficina é um projeto de extensão da UPE, vinculado ao curso de Terapia Ocupacional do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), Campus Santo Amaro, no Recife. A iniciativa conta com oito encontros realizados sempre às quintas-feiras pela manhã, até junho, articulando atividades internas e externas como parte de uma abordagem voltada à terapia ocupacional e à inclusão social.

“Atividades como essa fortalecem vínculos, despertam interesse e ajudam os adolescentes a desenvolver habilidades importantes, além de apresentar novas possibilidades de futuro por meio da educação e da inclusão social”, afirmou Júlio Scaramal, coordenador técnico da Casem Iputinga.

Durante os encontros, os jovens participam de atividades voltadas à produção de curtas-metragens ou zines autorais, além de oficinas sobre linguagem audiovisual, construção de narrativa e produção coletiva.

Para A.F., de 17 anos, um dos adolescentes participantes da oficina, a experiência têm sido positiva: “Estou gostando muito de aprender sobre cinema, fotos e vídeos. Se eu pudesse fazer um curta, gostaria que fosse sobre a natureza, porque acho muito bonito”, afirmou.

“A partir dessa iniciativa, estruturamos um projeto de extensão da UPE junto à Funase, envolvendo estudantes de terapia ocupacional e utilizando o cinema como ferramenta para discutir identidade, participação social e protagonismo juvenil”, destacou Luiza Melo, coordenadora da oficina e professora do curso de Terapia Ocupacional da UPE.

Redação

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