Pernambuco abre editais com prêmios para artistas em quatro equipamentos culturais
O Governo de Pernambuco abre, nesta sexta-feira (12), chamamentos públicos para seleção de projetos artísticos em quatro equipamentos culturais estaduais: o Observatório Cultural Torre Malakoff e o Teatro Arraial Ariano Suassuna, ambos em Recife; o Theatro Cinema Guarany, em Triunfo; e o Centro Cultural Casa de Câmara e Cadeia, em Brejo da Madre de Deus. Os editais contemplam diferentes linguagens e prazos de inscrição, mas têm em comum o pagamento de prêmio em dinheiro aos selecionados. As inscrições são feitas exclusivamente pelo Mapa Cultural.
Os chamamentos são conduzidos pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), gestora dos quatro espaços. As inscrições seguem ordem cronológica: Teatro Arraial (12/06) e Theatro Cinema Guarany (17/06), voltados a dança, teatro e circo; Torre Malakoff (19/06) e Casa de Câmara e Cadeia (26/06), para artes visuais. Os editais estão disponíveis no Mapa Cultural e no site Cultura PE.
Desde 2024, o Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe, promove editais de ocupação e premiação para ativar os equipamentos culturais estaduais e ampliar oportunidades para artistas de diversas linguagens. “Em 2026, damos continuidade a esse trabalho com novos chamamentos e editais, fortalecendo o papel dos equipamentos culturais como espaços de criação, circulação e encontro entre a produção artística e a população”, afirma a gerente de ações culturais da Superintendência de Equipamentos Culturais da Fundarpe, Maria Eduarda Belém.
Um dos destaques desta rodada é o primeiro edital de ocupação do Theatro Cinema Guarany, em Triunfo. “É mais uma iniciativa que amplia o alcance territorial dessa política e reafirma o compromisso do Governo de Pernambuco com a regionalização das ações culturais. Ao investir na ocupação qualificada dos equipamentos culturais estaduais, o Governo do Estado amplia oportunidades para artistas, grupos e coletivos, ao mesmo tempo em que oferece à população uma programação diversa e gratuita, promovendo acesso à cultura, ações formativas, intercâmbio de saberes e experiências de fruição artística. É uma política que fortalece a cadeia produtiva da cultura e reafirma os equipamentos culturais como espaços públicos de convivência, aprendizagem, criação e exercício da cidadania em todas as regiões do Estado”, prossegue Belém.

