Cultura Popular é “resistência e existência” em Carnaval da Casa da Rabeca
Por lá a vigésima edição do Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca, exaltou a cultura da Mata Norte e da Região Metropolitana do Recife
O Carnaval de Pernambuco é feito de muitas combinações, do frevo à cultura popular, a folia pelas bandas de cá ressoa em fazeres artísticos que reforçam o “só aqui que tem, só aqui que há”, tal qual o ‘desfile’ de caboclos de lança e outras manifestações que tomaram conta desta segunda-feira (16) de Carnaval na Cidade Tabajara, em Olinda.
Por lá a vigésima edição do Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca, exaltou a cultura da Mata Norte e da Região Metropolitana do Recife, junto a mestres e suas rimas em saudação aos grupos que ocuparam a Praça Ilumiara Zumbi, em mais de 20 horas de festejo – inclusive do encontro tradicional de Maracatus de Baque Solto, encerrando a edição.
Resistência e existência
Também na Casa da Rabeca, espaço criado pelo saudoso Mestre Salustiano, o Carnaval de Pernambuco foi mais uma vez premiado com apresentação de grupos diversos da cultura popular.
“Isso aqui não é só resistência, isso aqui é existência. É dessa cultura que se cria a história de Pernambuco, terra do frevo e do maracatu ()”, ressalta Maciel Salu, um dos filhos de Salustiano à frente da memória e salvaguarda das manifestações exaltadas por seu pai.
Maciel segue falando sobre a importância desse viés da cultura no estado, incrementando sobre a necessidade de apoio para dar continuidade às manifestações. “Precisamos chamar atenção da gestão pública, que olhe para a cultura popular porque ela é a nossa identidade”.

